Pesquisa

Pesquisa e observatório

Relatórios, documentos técnicos e policy papers. A pesquisa como ferramenta de incidência sobre trabalho, produção e desenvolvimento.

50 publicações encontradas

  • Relatório

    Cenários prospectivos 2025–2035 para o transporte de cargas

    Estamos atravessando uma década decisiva em que a inteligência artificial, a automação e a transição energética estão reconfigurando a própria natureza do transporte. O que há pouco tempo parecia uma projeção futurista é hoje uma realidade que pressiona os processos logísticos e, especialmente, o presente e o futuro do trabalho dos caminhoneiros. A pergunta diante desses desafios não é se a tecnologia é necessária, mas como nos organizamos para que ela seja uma ferramenta de progresso e não de exclusão. Frente aos riscos existenciais da automação algorítmica, o sindicalismo moderno deve atuar como arquiteto dessa transição, priorizando a capacitação, a segurança operacional e a defesa irrenunciável do papel do fator humano. Convidamos você a conhecer este roteiro estratégico para navegar a década 2025-2035 com um olhar proativo e centrado no trabalhador.

  • Relatório

    Impacto dos acidentes de trânsito na Argentina

    A insegurança viária em nosso país representa uma tragédia humana que transcende a dor das famílias e se traduz em uma perda irreparável para o tecido social e produtivo. Além das vidas ceifadas, os acidentes de trânsito geram custos econômicos e sociais imensos, drenando recursos públicos e reduzindo a produtividade laboral de milhares de trabalhadores afetados. A mudança necessária não virá unicamente das leis de trânsito ou das melhorias na infraestrutura; requer uma transformação cultural profunda. Precisamos transitar para um modelo de condução responsável em que o respeito pelo outro e a gestão do estresse sejam componentes centrais da educação viária. A segurança nas rodovias é uma responsabilidade compartilhada que define a qualidade da nossa convivência. Convidamos você a refletir sobre este relatório e sobre o papel fundamental que cada ator tem na construção de um ambiente viário mais seguro e humano.

  • Relatório

    Energia e Desenvolvimento

    A energia é o teto do nosso crescimento. Quando falamos de matriz energética, não estamos falando apenas de cabos ou geração; estamos falando do limite do que nossa indústria pode produzir, do que nossos cidadãos podem consumir e da nossa capacidade real de nos integrarmos ao mundo competitivo. Este relatório é uma radiografia exaustiva da infraestrutura energética nacional. Analisamos a correlação direta entre o fornecimento confiável e a estabilidade macroeconômica, colocando na mesa os desafios urgentes de modernização que a Argentina arrasta. Avaliamos o impacto da transição energética, a segurança de fornecimento e os investimentos necessários para transformar a matriz atual em um sistema eficiente, seguro e sustentável no longo prazo. Convidamos você a ler este relatório técnico, concebido para quem entende que a energia é, antes de tudo, uma questão de soberania e desenvolvimento estratégico.

  • Relatório

    O valor estratégico das PMEs e suas implicações econômicas e sociais

    A Argentina se constrói desde a base, e essa base tem nome: PMEs. Neste novo documento, realizamos uma imersão profunda no valor estratégico dessas organizações, que não apenas movem nossa economia, mas representam a maior fonte de resiliência diante de qualquer crise. Analisamos como a estrutura produtiva nacional depende dessas empresas e por que é um erro estratégico vê-las apenas como unidades de faturamento. Exploramos sua capacidade única de sustentar a classe média, gerar emprego de qualidade e adaptar-se a mudanças bruscas do mercado. Por meio deste relatório, detalhamos as chaves para potencializar seu crescimento, os obstáculos que devemos superar como país para fortalecê-las e a visão de longo prazo de que precisamos para que deixem de ser «pequenas» e se convertam nos gigantes de que nossa competitividade internacional necessita. Uma análise imperdível para quem acredita no desenvolvimento produtivo argentino.

  • Relatório

    Comparativo de salários de caminhoneiros em nível continental

    O transporte terrestre é o sistema circulatório da nossa economia, e quem o sustenta merece uma análise que reflita sua verdadeira importância. Neste relatório detalhado, propusemo-nos a ir além dos números superficiais para entender a realidade econômica dos transportadores. Analisamos com rigor técnico o comportamento dos salários básicos em contraste com a evolução do custo de vida, a inflação e a cesta básica. O que apresentamos não é apenas um comparativo entre a Argentina, os mercados regionais e as economias do norte global; é um diagnóstico sobre os desafios de equidade salarial que o setor enfrenta em um contexto global cada vez mais volátil. O atual esquema de rendimentos é sustentável? Como a diferença salarial impacta a retenção de talentos e a eficiência operacional? Convidamos os profissionais da área, líderes logísticos e tomadores de decisão a baixar e debater esta análise, um insumo fundamental para desenhar políticas de transporte mais humanas e sustentáveis.

  • Relatório

    Situação geral dos portos argentinos

    Os portos constituem os nós nevrálgicos da logística e da economia nacional, facilitando o comércio exterior, a geração de emprego e a integração do transporte intermodal. Dada sua importância crítica, a segurança portuária é um imperativo que enfrenta ameaças modernas: desde o crime organizado voltado ao narcotráfico até vulnerabilidades cibernéticas, terrorismo e corrupção. O relatório destaca o trabalho da Prefectura Naval Argentina e a necessidade de aderir a normativas internacionais como o Código ISPS. Frente a desafios como a infraestrutura obsoleta e as restrições orçamentárias, propõem-se medidas estratégicas que incluem a modernização tecnológica (IA, scanners, blockchain), a capacitação profissional e o fortalecimento da cooperação internacional. A gestão eficiente e segura desses pontos de entrada é fundamental para a competitividade do país e para a prevenção de atividades ilícitas que ameaçam tanto a segurança física quanto a reputação internacional dos portos. Explore este relatório para compreender a importância estratégica da infraestrutura portuária argentina e as medidas necessárias para garantir sua operacionalidade e segurança.

  • Relatório

    Segurança na América Latina

    A segurança pública na América Latina apresenta desafios críticos e profundas desigualdades, em que a comparação regional permite a países como a Argentina identificar padrões, aprender com estratégias bem-sucedidas e adaptar soluções específicas. Este relatório analisa indicadores-chave: taxa de homicídios, crimes violentos, corrupção, impunidade e o índice de Gini. Enquanto países próximos ao Caribe mostram indicadores mais alarmantes, frequentemente vinculados ao crime organizado e ao narcotráfico, o Cone Sul registra cifras comparativamente mais favoráveis. Enfatiza-se que altos índices de insegurança não afetam apenas as vítimas, mas também geram custos econômicos ao desincentivar o investimento e erodir o tecido social, o que cria um círculo vicioso de desigualdade. O documento também reflete sobre a percepção social na Argentina, sugerindo que o pessimismo coletivo pode distorcer uma realidade que, comparativamente, mostra resultados mais próximos dos padrões europeus do que da média regional em certos indicadores. Baixe este relatório para analisar a fundo a situação de segurança regional e os fatores estruturais que a condicionam.

  • Relatório

    Crescimento e desenvolvimento na América Latina 2000–2022

    Este relatório analisa a complexa dinâmica socioeconômica da América Latina nas últimas duas décadas, destacando tanto os progressos quanto os desafios persistentes na região. Observa-se uma marcada diversidade: enquanto Equador, Panamá, Bolívia e Paraguai lideram em crescimento percentual do PIB, Argentina e México apresentam os menores avanços relativos, situando-se abaixo da média regional. A análise sublinha que o crescimento do PIB por si só é insuficiente para medir o progresso real; o PIB per capita e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) oferecem uma perspectiva mais precisa do bem-estar dos cidadãos. Ressalta-se a importância de ajustar os números pela inflação para compreender o verdadeiro poder aquisitivo, assinalando que o crescimento real em alguns casos foi limitado. Por fim, o documento conclui que a redução da pobreza e a melhoria em áreas-chave como saúde e educação são indicadores vitais para um progresso sustentável, instando a adaptar políticas às realidades específicas de cada nação. Convidamos você a explorar esta análise comparativa sobre como as economias latino-americanas evoluíram e quais são os desafios para o desenvolvimento futuro.

  • Relatório

    O papel dos sindicatos na qualidade de vida e na felicidade societal

    Os sindicatos são atores fundamentais na melhoria da qualidade de vida e do bem-estar societal. Sua função principal é a negociação coletiva para assegurar condições de trabalho justas, salários equitativos, benefícios como saúde e férias, e uma segurança laboral robusta. Além de proteger direitos frente à discriminação ou à exploração, os sindicatos oferecem programas de capacitação que impulsionam o desenvolvimento profissional de seus membros. Esse bem-estar individual, alicerçado no respaldo sindical, gera um impacto positivo na sociedade, promovendo a cooperação e a solidariedade. O relatório destaca que o desenvolvimento econômico, por si só, não garante felicidade; fatores como a equidade e o bem-estar social são cruciais. Países com modelos sindicais fortes, como os nórdicos (Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega), demonstram uma correlação com altos índices de bem-estar e felicidade, integrando a negociação coletiva como um pilar de sua estrutura social. Baixe este relatório para aprofundar-se no impacto do sindicalismo no tecido social e no desenvolvimento humano sustentável.

  • Relatório

    A importância da infraestrutura crítica para uma nação

    Este relatório aborda a infraestrutura crítica não apenas como uma rede de instalações, mas como o alicerce sobre o qual repousam a prosperidade e a estabilidade de uma nação. Analisamos como ativos como o transporte, a energia e as comunicações atuam como motores do desenvolvimento socioeconômico; por exemplo, estima-se que um investimento público de 1% do PIB em infraestrutura pode aumentar significativamente o PIB real no médio prazo, enquanto o déficit na matéria impõe custos de produtividade multimilionários. No entanto, a maior parte dessas instalações críticas —cerca de 85% nos Estados Unidos— pertence ao setor privado, o que converte a colaboração público-privada em uma estratégia de segurança nacional indispensável. O documento expõe os riscos setoriais críticos em energia, finanças e saúde, e ressalta como um investimento proativo em resiliência pode gerar retornos sociais e econômicos mensuráveis em termos de perdas evitadas diante de desastres ou ataques. Explore esta análise técnica para compreender a relação entre o investimento em infraestrutura e a capacidade de resposta estratégica de uma nação frente a crises futuras.

  • Relatório

    Cibersegurança, caminhões, rodovias, logística e infraestrutura crítica: situação internacional

    A digitalização da infraestrutura crítica trouxe consigo um aumento drástico da superfície de ataque, com relatórios que indicam um incremento de 92% nos incidentes cibernéticos em sistemas críticos durante o último ano. Este segundo relatório examina estudos de caso internacionais que ilustram o impacto devastador dessas brechas: desde o ransomware WannaCry, que afetou centenas de milhares de computadores globalmente, até ataques específicos contra infraestruturas como o Colonial Pipeline nos EUA, o porto de Roterdã ou os sistemas ferroviários da Ucrânia. Particularmente, analisa-se como o setor logístico e de transporte terrestre passou a ser um alvo frequente para o sequestro de sistemas de gestão de frotas e dispositivos de registro eletrônico (ELD). Diante dessa realidade, o relatório conclui que salvaguardar a rede que conecta o comércio global não é apenas uma necessidade operacional, mas um imperativo de segurança nacional que requer vigilância constante em um mundo cada vez mais conectado. Convidamos você a repassar esses exemplos internacionais e compreender os riscos reais que nossas cadeias de suprimentos enfrentam hoje.

  • Relatório

    Cibersegurança, caminhões, rodovias, logística e infraestrutura crítica: definições e conceitos

    A infraestrutura crítica —que compreende sistemas de energia, transporte, saúde, água e finanças— constitui a base essencial para o funcionamento de uma sociedade e sua segurança nacional. Com a crescente digitalização desses ativos, a cibersegurança deixou de ser um aspecto técnico periférico para converter-se em um componente integral da resiliência nacional. Este relatório analisa a profunda interdependência entre a infraestrutura física e os sistemas digitais: desde o papel dos caminhões como coluna vertebral do transporte de bens, até como uma interrupção nas redes rodoviárias ou nos sistemas logísticos pode gerar efeitos em cascata em setores vitais. A natureza interconectada dos sistemas modernos significa que uma vulnerabilidade em qualquer nó do ecossistema pode comprometer a continuidade de serviços essenciais. Por isso, este documento sublinha a imperiosa necessidade de uma abordagem colaborativa entre agências governamentais e o setor privado para desenvolver marcos de cibersegurança sólidos e eficazes. Baixe o primeiro relatório desta série para aprofundar-se nos conceitos fundamentais e nas interdependências que definem nossa infraestrutura moderna.