Pesquisa

Pesquisa e observatório

Relatórios, documentos técnicos e policy papers. A pesquisa como ferramenta de incidência sobre trabalho, produção e desenvolvimento.

46 publicações encontradas

  • Relatório

    Comparativo de salários de caminhoneiros em nível continental

    O transporte terrestre é o sistema circulatório da nossa economia, e quem o sustenta merece uma análise que reflita sua verdadeira importância. Neste relatório detalhado, propusemo-nos a ir além dos números superficiais para entender a realidade econômica dos transportadores. Analisamos com rigor técnico o comportamento dos salários básicos em contraste com a evolução do custo de vida, a inflação e a cesta básica. O que apresentamos não é apenas um comparativo entre a Argentina, os mercados regionais e as economias do norte global; é um diagnóstico sobre os desafios de equidade salarial que o setor enfrenta em um contexto global cada vez mais volátil. O atual esquema de rendimentos é sustentável? Como a diferença salarial impacta a retenção de talentos e a eficiência operacional? Convidamos os profissionais da área, líderes logísticos e tomadores de decisão a baixar e debater esta análise, um insumo fundamental para desenhar políticas de transporte mais humanas e sustentáveis.

  • Relatório

    Situação geral dos portos argentinos

    Os portos constituem os nós nevrálgicos da logística e da economia nacional, facilitando o comércio exterior, a geração de emprego e a integração do transporte intermodal. Dada sua importância crítica, a segurança portuária é um imperativo que enfrenta ameaças modernas: desde o crime organizado voltado ao narcotráfico até vulnerabilidades cibernéticas, terrorismo e corrupção. O relatório destaca o trabalho da Prefectura Naval Argentina e a necessidade de aderir a normativas internacionais como o Código ISPS. Frente a desafios como a infraestrutura obsoleta e as restrições orçamentárias, propõem-se medidas estratégicas que incluem a modernização tecnológica (IA, scanners, blockchain), a capacitação profissional e o fortalecimento da cooperação internacional. A gestão eficiente e segura desses pontos de entrada é fundamental para a competitividade do país e para a prevenção de atividades ilícitas que ameaçam tanto a segurança física quanto a reputação internacional dos portos. Explore este relatório para compreender a importância estratégica da infraestrutura portuária argentina e as medidas necessárias para garantir sua operacionalidade e segurança.

  • Relatório

    Segurança na América Latina

    A segurança pública na América Latina apresenta desafios críticos e profundas desigualdades, em que a comparação regional permite a países como a Argentina identificar padrões, aprender com estratégias bem-sucedidas e adaptar soluções específicas. Este relatório analisa indicadores-chave: taxa de homicídios, crimes violentos, corrupção, impunidade e o índice de Gini. Enquanto países próximos ao Caribe mostram indicadores mais alarmantes, frequentemente vinculados ao crime organizado e ao narcotráfico, o Cone Sul registra cifras comparativamente mais favoráveis. Enfatiza-se que altos índices de insegurança não afetam apenas as vítimas, mas também geram custos econômicos ao desincentivar o investimento e erodir o tecido social, o que cria um círculo vicioso de desigualdade. O documento também reflete sobre a percepção social na Argentina, sugerindo que o pessimismo coletivo pode distorcer uma realidade que, comparativamente, mostra resultados mais próximos dos padrões europeus do que da média regional em certos indicadores. Baixe este relatório para analisar a fundo a situação de segurança regional e os fatores estruturais que a condicionam.

  • Relatório

    Crescimento e desenvolvimento na América Latina 2000–2022

    Este relatório analisa a complexa dinâmica socioeconômica da América Latina nas últimas duas décadas, destacando tanto os progressos quanto os desafios persistentes na região. Observa-se uma marcada diversidade: enquanto Equador, Panamá, Bolívia e Paraguai lideram em crescimento percentual do PIB, Argentina e México apresentam os menores avanços relativos, situando-se abaixo da média regional. A análise sublinha que o crescimento do PIB por si só é insuficiente para medir o progresso real; o PIB per capita e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) oferecem uma perspectiva mais precisa do bem-estar dos cidadãos. Ressalta-se a importância de ajustar os números pela inflação para compreender o verdadeiro poder aquisitivo, assinalando que o crescimento real em alguns casos foi limitado. Por fim, o documento conclui que a redução da pobreza e a melhoria em áreas-chave como saúde e educação são indicadores vitais para um progresso sustentável, instando a adaptar políticas às realidades específicas de cada nação. Convidamos você a explorar esta análise comparativa sobre como as economias latino-americanas evoluíram e quais são os desafios para o desenvolvimento futuro.

  • Relatório

    O papel dos sindicatos na qualidade de vida e na felicidade societal

    Os sindicatos são atores fundamentais na melhoria da qualidade de vida e do bem-estar societal. Sua função principal é a negociação coletiva para assegurar condições de trabalho justas, salários equitativos, benefícios como saúde e férias, e uma segurança laboral robusta. Além de proteger direitos frente à discriminação ou à exploração, os sindicatos oferecem programas de capacitação que impulsionam o desenvolvimento profissional de seus membros. Esse bem-estar individual, alicerçado no respaldo sindical, gera um impacto positivo na sociedade, promovendo a cooperação e a solidariedade. O relatório destaca que o desenvolvimento econômico, por si só, não garante felicidade; fatores como a equidade e o bem-estar social são cruciais. Países com modelos sindicais fortes, como os nórdicos (Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega), demonstram uma correlação com altos índices de bem-estar e felicidade, integrando a negociação coletiva como um pilar de sua estrutura social. Baixe este relatório para aprofundar-se no impacto do sindicalismo no tecido social e no desenvolvimento humano sustentável.

  • Relatório

    A importância da infraestrutura crítica para uma nação

    Este relatório aborda a infraestrutura crítica não apenas como uma rede de instalações, mas como o alicerce sobre o qual repousam a prosperidade e a estabilidade de uma nação. Analisamos como ativos como o transporte, a energia e as comunicações atuam como motores do desenvolvimento socioeconômico; por exemplo, estima-se que um investimento público de 1% do PIB em infraestrutura pode aumentar significativamente o PIB real no médio prazo, enquanto o déficit na matéria impõe custos de produtividade multimilionários. No entanto, a maior parte dessas instalações críticas —cerca de 85% nos Estados Unidos— pertence ao setor privado, o que converte a colaboração público-privada em uma estratégia de segurança nacional indispensável. O documento expõe os riscos setoriais críticos em energia, finanças e saúde, e ressalta como um investimento proativo em resiliência pode gerar retornos sociais e econômicos mensuráveis em termos de perdas evitadas diante de desastres ou ataques. Explore esta análise técnica para compreender a relação entre o investimento em infraestrutura e a capacidade de resposta estratégica de uma nação frente a crises futuras.

  • Relatório

    Cibersegurança, caminhões, rodovias, logística e infraestrutura crítica: situação internacional

    A digitalização da infraestrutura crítica trouxe consigo um aumento drástico da superfície de ataque, com relatórios que indicam um incremento de 92% nos incidentes cibernéticos em sistemas críticos durante o último ano. Este segundo relatório examina estudos de caso internacionais que ilustram o impacto devastador dessas brechas: desde o ransomware WannaCry, que afetou centenas de milhares de computadores globalmente, até ataques específicos contra infraestruturas como o Colonial Pipeline nos EUA, o porto de Roterdã ou os sistemas ferroviários da Ucrânia. Particularmente, analisa-se como o setor logístico e de transporte terrestre passou a ser um alvo frequente para o sequestro de sistemas de gestão de frotas e dispositivos de registro eletrônico (ELD). Diante dessa realidade, o relatório conclui que salvaguardar a rede que conecta o comércio global não é apenas uma necessidade operacional, mas um imperativo de segurança nacional que requer vigilância constante em um mundo cada vez mais conectado. Convidamos você a repassar esses exemplos internacionais e compreender os riscos reais que nossas cadeias de suprimentos enfrentam hoje.

  • Relatório

    Cibersegurança, caminhões, rodovias, logística e infraestrutura crítica: definições e conceitos

    A infraestrutura crítica —que compreende sistemas de energia, transporte, saúde, água e finanças— constitui a base essencial para o funcionamento de uma sociedade e sua segurança nacional. Com a crescente digitalização desses ativos, a cibersegurança deixou de ser um aspecto técnico periférico para converter-se em um componente integral da resiliência nacional. Este relatório analisa a profunda interdependência entre a infraestrutura física e os sistemas digitais: desde o papel dos caminhões como coluna vertebral do transporte de bens, até como uma interrupção nas redes rodoviárias ou nos sistemas logísticos pode gerar efeitos em cascata em setores vitais. A natureza interconectada dos sistemas modernos significa que uma vulnerabilidade em qualquer nó do ecossistema pode comprometer a continuidade de serviços essenciais. Por isso, este documento sublinha a imperiosa necessidade de uma abordagem colaborativa entre agências governamentais e o setor privado para desenvolver marcos de cibersegurança sólidos e eficazes. Baixe o primeiro relatório desta série para aprofundar-se nos conceitos fundamentais e nas interdependências que definem nossa infraestrutura moderna.

  • Relatório

    Petróleo e Logística

    Os Estados Unidos consolidaram sua posição como o maior produtor de petróleo do mundo, alcançando 22% da produção global graças a avanços tecnológicos fundamentais como o fracking e a perfuração horizontal. Essa liderança concentra-se principalmente em regiões como Texas, North Dakota, New Mexico e Alaska, zonas que apresentam condições geográficas e climáticas extremas que desafiam a continuidade operacional. No Permian Basin, o clima desértico impõe temperaturas superiores a 45°C e escassez de água, enquanto em campos como Bakken ou Prudhoe Bay os trabalhadores enfrentam invernos com temperaturas de até -62°C. Diante desse panorama, o relatório destaca que a viabilidade do setor não depende apenas da capacidade de extração, mas de uma infraestrutura de apoio robusta. Isso inclui alojamentos climatizados, refeitórios com alimentação nutritiva, oficinas mecânicas in loco e centros de lazer que não apenas reduzem a fadiga e o estresse do pessoal, como constituem um investimento estratégico em segurança do trabalho e produtividade logística. Convidamos você a acessar este relatório detalhado sobre como a gestão do capital humano e a infraestrutura física são pilares fundamentais para manter a independência energética nacional.

  • Relatório

    Sindicalismo como contenção social em épocas de crise

    Em momentos de crise econômica global, o sindicalismo demonstrou ser muito mais do que uma ferramenta de negociação salarial: converte-se em um fator de contenção social imprescindível para a estabilidade. Mediante a mobilização, a defesa dos postos de trabalho e a pressão para evitar medidas de ajuste que recaiam sobre os setores mais vulneráveis, os sindicatos atuam como um escudo diante do impacto das recessões. Sua capacidade de negociar acordos que protejam o emprego e de manter viva a consciência pública sobre os custos sociais da crise é fundamental para evitar a desintegração dos tecidos sociais e promover soluções de políticas públicas orientadas à inclusão. Convidamos você a repassar como a ação sindical serviu historicamente como contenção e pilar de resiliência em situações de emergência, demonstrando sua importância estratégica para o equilíbrio da sociedade.

  • Relatório

    Confederação Sindical Internacional (CSI–ITUC)

    A Confederação Sindical Internacional (CSI/ITUC) ergue-se como a voz global dos trabalhadores, representando interesses que transcendem as fronteiras nacionais. Como a maior federação sindical do mundo, sua missão abrange desde a defesa de direitos humanos e sindicais básicos até a luta ativa contra qualquer forma de discriminação nos locais de trabalho. Seu trabalho é essencial para impulsionar políticas econômicas internacionais que coloquem o trabalhador e a justiça social no centro da agenda, fomentando uma cooperação internacional que garanta condições de trabalho dignas para todos, independentemente do país ou da região. Convidamos você a conhecer mais sobre o alcance, a estrutura e as linhas de ação da CSI, e como seu trabalho constante em fóruns internacionais fortalece a defesa dos direitos da classe trabalhadora frente às pressões da economia global.

  • Relatório

    O futuro dos sindicatos e a análise da OIT

    O mundo do trabalho atravessa uma etapa de transformação acelerada, marcada por disrupções tecnológicas, exigências ambientais e mudanças demográficas sem precedentes. Diante desse cenário, a OIT assinala que a relevância dos sindicatos dependerá de sua capacidade de adaptação. O desafio é enorme: é imperativo implementar táticas inovadoras e formar novas coalizões que permitam representar eficazmente todos os trabalhadores, incluindo aqueles em empregos atípicos, plataformas digitais e setores informais que historicamente ficaram fora das estruturas tradicionais. O sindicalismo do futuro deve ser capaz de integrar essas novas realidades para seguir sendo um ator central na proteção dos direitos trabalhistas. Convidamos você a refletir sobre os desafios críticos que atravessam o movimento sindical e a aprofundar-se nas vias de revitalização propostas diante das novas exigências de um mercado de trabalho que não para de mudar.